segunda-feira, 26 de janeiro de 2026
Jequié: Inscrições abertas para programa de apoio a ONGs de educação e renda
A AXIA Energia e o Instituto Phomenta estão com inscrições abertas para um programa nacional gratuito de apoio a ONGs e coletivos que atuam em educação e geração de renda! 🚀 O programa oferece formação online, assessorias especializadas e até capital semente para três iniciativas selecionadas. A proposta é fortalecer projetos que já atuam nos territórios, ampliando impacto social e estrutura de gestão. Jequié está entre os municípios beneficiados! Se você é de uma ONG ou coletivo da região e quer levar seu projeto para o próximo nível, não perca essa oportunidade! Inscreva-se agora e faça parte dessa iniciativa que pode mudar o jogo! 💡 #AXIAEnergia #InstitutoPhomenta #Educação #GeraçãoDeRenda #Jequié.
Prefeitura de Jitaúna melhora estradas rurais e avança para o distrito de Santa Terezinha
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| Quem vive a realidade da zona rural percebe rapidamente os impactos positivos das mudanças. |
A zona rural de Jitaúna também vive um ritmo intenso de trabalho e transformação. Em diferentes frentes, a Prefeitura de Jitaúna está atuando para melhorar a infraestrutura das estradas rurais do município, garantindo mobilidade, segurança e dignidade para quem vive e produz no campo.
Um dos exemplos dessa atuação está na região do Pati, onde equipes do Departamento de Estradas e Rodagens executaram serviços de patrolamento e cascalhamento, promovendo uma mudança significativa nas condições de tráfego da localidade.
Quem vive a realidade da zona rural percebe rapidamente os impactos positivos das mudanças. O morador José de Oliveira acompanhou o trabalho das máquinas e celebrou a melhoria. “Quem mora longe depende do transporte e, quando a estrada está ruim, fica difícil sair de casa. Com esse serviço melhorou muito para o transporte e para todos nós”, salientou.
O trabalho nas regiões da Lusitânia deve ter inicio na próxima semana e deve se destacar pela aplicação do solo-brita, um material mais resistente e eficiente, que proporciona melhor compactação do solo e maior durabilidade da estrada, mesmo diante do tráfego constante de veículos e das variações climáticas da região.
Neilton Brito/Ascom - Prefeitura de Jitaúna
Por Joilson Bergher. Dois episódios: terreiro pichado em Salvador e turista gaúcha presa por injúria racial, ambos em Salvador, terra de gente preta
A recorrência de episódios de injúria racial e de racismo religioso, como os recentemente registrados em Salvador, não pode ser compreendida como fatos isolados ou desvios individuais de conduta. Trata-se da manifestação concreta de uma estrutura social forjada a partir da colonização violenta, da escravização de povos africanos e do extermínio sistemático das populações originárias, que instituiu no Brasil uma hierarquia racial profundamente enraizada (FANON, 2008). Em um país de maioria preta, a persistência dessas práticas evidencia o fracasso histórico em enfrentar o legado colonial e a naturalização de uma sociabilidade que tolera a desumanização como norma.
Esse quadro se torna ainda mais grave quando setores organizados da política, notadamente vinculados à extrema-direita branca, passam a instrumentalizar o racismo e a intolerância religiosa como estratégias de mobilização ideológica. Nesse contexto, o ódio racial não opera apenas no plano do preconceito individual, mas como tecnologia de poder, voltada à exclusão simbólica e material de grupos historicamente subalternizados (MBEMBE, 2018). A recusa em reconhecer a centralidade dos povos negros e indígenas na formação nacional sustenta um projeto político que rejeita a pluralidade e promove a violência como linguagem legítima de dominação.
Ademais, a complexidade desse cenário é agravada pela internalização do racismo por parte de segmentos da própria população negra, resultado direto de séculos de violência simbólica, apagamento histórico e negação de pertencimento. Tal fenômeno revela como a ideologia da democracia racial operou para ocultar desigualdades profundas e produzir consentimento em torno da exclusão, ao mesmo tempo em que desresponsabilizou o Estado e as elites pela permanência da desigualdade racial (GONZALEZ, 1984). A convivência aparente com o racismo, nesses termos, não expressa harmonia social, mas coerção histórica normalizada.
Diante desse contexto, torna-se imprescindível afirmar que o racismo não é uma questão de opinião, cultura ou liberdade de expressão, mas um crime tipificado, imprescritível e inafiançável, conforme o ordenamento jurídico brasileiro. A aplicação rigorosa da lei não constitui ato de radicalismo, mas condição mínima de um pacto civilizatório baseado na dignidade humana. Onde o Estado falha em responsabilizar, ele autoriza; onde relativiza, legitima a violência que diz combater.
_Conclusão._
A insistência em minimizar práticas racistas e ataques às religiões de matriz africana revela não apenas omissão institucional, mas uma escolha política consciente que beneficia aqueles que historicamente se colocaram acima da lei. O discurso da conciliação abstrata, quando desvinculado da responsabilização penal, converte-se em instrumento de perpetuação da violência. Não há convivência democrática possível onde o ódio é autorizado e o crime é relativizado em nome de uma falsa paz social.
Dessa forma, o enfrentamento ao racismo exige mais do que declarações públicas ou notas de repúdio: requer a aplicação efetiva da lei penal como resposta civilizatória. A responsabilização exemplar dos autores desses crimes cumpre função pedagógica, simbólica e histórica, sinalizando que a sociedade brasileira não aceitará retrocessos que afrontem sua própria formação plural. Racismo não é opinião, não é excesso retórico e não é desvio cultural — é crime, e como crime deve ser tratado, sem concessões, ambiguidades ou complacência.
_Referências._
Maracás: Jerônimo promete asfaltar estrada de acesso ao povoado de Porto Alegre
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| Foto: Ari Moura Símbolo autentico de Porto Alegre, Zé da Balsa espera pela estrada asfaltada |
O governador Jerônimo Rodrigues anunciou, no último sábado (24), a pavimentação asfáltica da estrada que liga a sede de Maracás ao povoado de Porto Alegre, buscando integrar recursos estaduais, federais e uma contrapartida da Mineradora Vanádio. A obra é uma demanda histórica que visa beneficiar diretamente mais de 4 mil pessoas, considerando as 14 comunidades rurais do entorno que dependem desse acesso para serviços básicos e mobilidade.
Além do impacto social, a infraestrutura é estratégica para a economia regional, já que Porto Alegre se consolida como o segundo maior polo produtor de melancia da Bahia. O asfalto deve otimizar o escoamento da diversificada produção local — que inclui agricultura familiar, pecuária, pesca e mineração — fortalecendo o potencial produtivo das margens do Rio das Contas e impulsionando o desenvolvimento sustentável da região.
Parte deste produção passa pela cidade de Jequié, trazendo emprego e renda para a população.
Itiruçu: Governo entrega sistema de abastecimento, saúde e infraestrutura
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| Foto: Joá Souza/GOVBA |
O município de Itiruçu, no Vale do Jiquiriçá, recebeu, neste domingo (25), a visita do governador Jerônimo Rodrigues, que realizou entregas, como o sistema de abastecimento de água, que integra cidades da região e garante mais segurança hídrica. A agenda contou ainda com a inauguração do novo Shopping Popular, a entrega de uma ambulância e de um veículo administrativo, e também de autorizações que reforçam o desenvolvimento e a qualidade de vida da população.
“A minha alegria é muito grande porque estamos garantindo água tratada na torneira das pessoas. Água do Paraguaçu, que antigamente era captada e levada para longe daqui para Salvador, para o Feira de Santana. Continua indo, mas agora o foco é o abastecimento aqui na região”, explicou Jerônimo.
A partir de agora, cerca de 77 mil moradores da sede e da zona rural de Planaltino, Maracás, Lagedo do Tabocal, Itiruçu e Jaguaquara já contam com água potável de qualidade. É que foi inaugurada a 1ª etapa do Sistema Integrado de Abastecimento de Água (SIAA), que tem mais de 130 quilômetros de adutora, captando água do rio Paraguaçu, na cidade de Marcionílio Souza, e distribuindo para os cinco municípios. O equipamento foi implantado pela Empresa Baiana de Águas e Saneamento (Embasa), que é ligada à Secretaria de Infraestrutura Hídrica e de Saneamento (SIHS). Na oportunidade, foi inaugurado o sistema de abastecimento de água de Itiruçu.
“Uma obra importante do governo do estado para garantir segurança hídrica à região, que há anos sofre com a seca. Somos um governo que cuida e trata o combate à crise hídrica com dedicação e prioridade”, disse a chefe de gabinete e secretária de Infraestrutura Hídrica e de Saneamento em exercício, Camila Medrado.
Desenvolvimento urbano
sábado, 24 de janeiro de 2026
Em Maracás, governador entrega Sistema Integrado de Abastecimento de Água do Rio Paraguaçu, investimento de aproximadamente R$179 milhões.
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| Foto: Wuiga Rubini/GOVBA |
O governador Jerônimo Rodrigues autorizou neste sábado (24), no município de Maracás, a construção de mais um hospital estadual e realizou a entrega de uma ambulância, kits odontológicos e para Unidades Básicas de Saúde (UBS), para fortalecer a assistência em saúde do Sul do estado.
Com investimento estimado em R$ 50 milhões, a nova unidade hospitalar contará com 51 leitos e terá papel estratégico para a região. O hospital será estruturado para ofertar atendimento em clínica médica, cirúrgica, pediátrica e obstétrica, além de urgência e emergência 24 horas, com acolhimento e classificação de risco. A unidade terá centro cirúrgico com três salas para procedimentos de pequeno e médio porte, Centro de Parto Normal (CPN) com leitos PPP (pré-parto, parto e pós-parto), serviços de diagnóstico por imagem e apoio terapêutico, garantindo assistência resolutiva e integrada à Central Estadual de Regulação.
Durante o anúncio, o governador destacou que o novo hospital integra uma política contínua de expansão e modernização da rede estadual. “Estamos levando saúde para mais perto das pessoas, com estruturas modernas, bem equipadas e capazes de salvar vidas. Esse hospital vai fortalecer o atendimento no Sul da Bahia e reduzir deslocamentos, assegurando dignidade e cuidado à população”, afirmou Jerônimo Rodrigues.
O subsecretário da Saúde, Paulo Barbosa, ressaltou que o investimento reforça a capacidade de resposta do sistema. “Trata-se de uma unidade pensada para funcionar de forma integrada à regulação estadual. Esse hospital nasce com perfil assistencial claro e capacidade instalada para resolver o que hoje pressiona a rede na região. Ao ampliarmos leitos e organizar fluxos com classificação de risco, a unidade melhora ainda mais o tempo de resposta da regulação”, pontuou.
Desde 2023, o Governo da Bahia entregou 12 novos hospitais, o que contribuiu para que, em 2025, a Central Estadual de Regulação solucionasse 329.679 casos oriundos dos 417 municípios. Desse total, 71,93% dos pacientes foram regulados em até 24 horas e 86,22% em até 72 horas, indicadores que refletem o impacto direto da ampliação da rede. Além do novo hospital anunciado, o Estado mantém obras em andamento em Serrinha, Valença, Paulo Afonso, Jacobina e Alagoinhas, bem como ampliações de estruturas estaduais em Salvador, Vitória da Conquista, Guanambi, Barreiras e Ribeira do Pombal, entre outras intervenções realizadas em parceria com os municípios. O conjunto de ações consolida uma das maiores frentes de investimento em saúde pública da história recente da Bahia, com foco na interiorização da assistência, redução de vazios assistenciais e fortalecimento do SUS.
Mais entregas e anúncios
A agenda no município incluiu ainda a inauguração do novo Terminal Rodoviário de Maracás com investimento de R$5,3 milhões, a entrega de um Complexo Esportivo na sede que foi construído com recursos da ordem de R$ 1,4 milhão, além da primeira etapa do Sistema Integrado de Abastecimento de Água do Rio Paraguaçu, que beneficia os municípios de Planaltino, Maracás, Lajedo do Tabocal, Itiruçu e Jaguaquara, um investimento de aproximadamente R$179 milhões.
Também foram realizadas ações simbólicas, como o plantio de muda do projeto Planta Bahia. Já no campo da inclusão digital, foi inaugurado o Programa Conecta Bahia nas praças da Feira Livre, Porto Alegre e Pé de Serra. Além disso, Jerônimo visitou a sede da Companhia Independente de Polícia Militar em Maracás. O governador também autorizou importantes atos, entre eles convênios para pavimentação asfáltica no entorno da Feira Livre, reforma e ampliação da Feira Livre, reforma de estufas agrícolas para beneficiamento de flores e implantação de uma unidade de beneficiamento de leite. Também foi autorizada a abertura de processo licitatório para a construção de uma área de escape na BA-026, no trecho entre Maracás e o povoado de Pé de Serra; Construção de 04 Passagens Molhadas; Cessão de mobiliários para as escolas municipais; e Construção de Unidade Básica de Saúde (UBS) no Bairro Beija Flor, na Sede.
Repórter: Joci Santana/GOVBA com informações da Ascom/Sesab
sexta-feira, 23 de janeiro de 2026
Jequié:Rui Costa nega rumores sobre Governo da Bahia e reafirma foco no Senado
| Foto: Zenilton Meira/DRT 1.563 |
Em entrevista à Rádio 93 FM, de Jequié, o ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT), desmentiu categoricamente as especulações sobre uma possível candidatura ao governo estadual em substituição a Jerônimo Rodrigues. O ministro criticou a propagação de informações sem fundamento, afirmando que muitas vezes o que circula na mídia é baseado em hipóteses ou desejos pessoais da oposição, sem qualquer confirmação oficial. "Essas notícias são especulativas. Eu reafirmo que a minha pré-candidatura é ao Senado Federal pela Bahia", garantiu o petista, buscando encerrar o ruído em torno de uma suposta troca na chapa governista.
Ao expressar sua desaprovação quanto à veiculação de dados não confirmados, Rui ressaltou que não possui influência sobre o que é escrito pela "imprensa", destacando que versões equivocadas se espalham rapidamente no cenário político atual. Com essa declaração na terra natal de sua esposa Aline Peixoto, o ex-governador blinda a autoridade de Jerônimo Rodrigues e consolida o planejamento estratégico do grupo para 2026. A definição do ministro traz mais previsibilidade aos aliados e reforça que seu destino político, após o ciclo no governo Lula, deverá ser o Legislativo, disputando uma das duas cadeiras disponíveis para o Senado.

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