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terça-feira, 27 de janeiro de 2026

Operação Cartas Marcadas chega na prefeitura de Jequié

Acidente na BR 116 mata um e fere pelo menos 11 passageiros em Irajuba.

Click na foto e veja vídeos do local



O grave acidente ocorrido na madrugada desta terça-feira (27) no km 597 da BR-116, em Irajuba, reforça o debate sobre a segurança em um dos principais eixos rodoviários do país. O tombamento do ônibus, que deixou um morto, aconteceu em um trecho que ainda não foi duplicado pelo Governo Federal, fator que frequentemente eleva o risco de sinistros devido ao fluxo intenso de veículos pesados operando em pista simples.

Pelo menos 11 feridos foram resgatados e encaminhados ao Hospital Geral Prado Valadares (HGPV), em Jequié, enquanto a Polícia Rodoviária Federal investiga indícios de que o veículo operava de forma clandestina no itinerário entre o Rio Grande do Norte e São Paulo. A combinação de uma rodovia sem duplicação com a possível precariedade de um serviço irregular aumentou a vulnerabilidade dos 50 passageiros, mantendo a via interditada para perícia e socorro às vítimas.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

Jequié: Inscrições abertas para programa de apoio a ONGs de educação e renda


A AXIA Energia e o Instituto Phomenta estão com inscrições abertas para um programa nacional gratuito de apoio a ONGs e coletivos que atuam em educação e geração de renda! 🚀 O programa oferece formação online, assessorias especializadas e até capital semente para três iniciativas selecionadas. A proposta é fortalecer projetos que já atuam nos territórios, ampliando impacto social e estrutura de gestão. Jequié está entre os municípios beneficiados! Se você é de uma ONG ou coletivo da região e quer levar seu projeto para o próximo nível, não perca essa oportunidade! Inscreva-se agora e faça parte dessa iniciativa que pode mudar o jogo! 💡 #AXIAEnergia #InstitutoPhomenta #Educação #GeraçãoDeRenda #Jequié.

Prefeitura de Jitaúna melhora estradas rurais e avança para o distrito de Santa Terezinha

Quem vive a realidade da zona rural percebe rapidamente os impactos positivos das mudanças.


A zona rural de Jitaúna também vive um ritmo intenso de trabalho e transformação. Em diferentes frentes, a Prefeitura de Jitaúna está atuando para melhorar a infraestrutura das estradas rurais do município, garantindo mobilidade, segurança e dignidade para quem vive e produz no campo.

Um dos exemplos dessa atuação está na região do Pati, onde equipes do Departamento de Estradas e Rodagens executaram serviços de patrolamento e cascalhamento, promovendo uma mudança significativa nas condições de tráfego da localidade.

Quem vive a realidade da zona rural percebe rapidamente os impactos positivos das mudanças. O morador José de Oliveira acompanhou o trabalho das máquinas e celebrou a melhoria. “Quem mora longe depende do transporte e, quando a estrada está ruim, fica difícil sair de casa. Com esse serviço melhorou muito para o transporte e para todos nós”, salientou.

Para coordenador de Estradas e Rodagens, Joanes, o trabalho faz parte de um cronograma mais amplo de melhorias que contempla outras regiões do município. “Após a Estrada do Pati, Rio Preto do Costa, os serviços seguem para o distrito de Santa Terezinha nesta quinta-feira (22/01), e segue para o Riacho dos Santos, que também receberão melhorias. Nossa previsão é que todos esses trechos rurais estejam com os trabalhos concluídos até fevereiro, garantindo melhores condições de acesso para os moradores e produtores rurais”, destacou.

O trabalho nas regiões da Lusitânia deve ter inicio na próxima semana e deve se destacar pela aplicação do solo-brita, um material mais resistente e eficiente, que proporciona melhor compactação do solo e maior durabilidade da estrada, mesmo diante do tráfego constante de veículos e das variações climáticas da região.

Neilton Brito/Ascom - Prefeitura de Jitaúna

Por Joilson Bergher. Dois episódios: terreiro pichado em Salvador e turista gaúcha presa por injúria racial, ambos em Salvador, terra de gente preta


A recorrência de episódios de injúria racial e de racismo religioso, como os recentemente registrados em Salvador, não pode ser compreendida como fatos isolados ou desvios individuais de conduta. Trata-se da manifestação concreta de uma estrutura social forjada a partir da colonização violenta, da escravização de povos africanos e do extermínio sistemático das populações originárias, que instituiu no Brasil uma hierarquia racial profundamente enraizada (FANON, 2008). Em um país de maioria preta, a persistência dessas práticas evidencia o fracasso histórico em enfrentar o legado colonial e a naturalização de uma sociabilidade que tolera a desumanização como norma.

Esse quadro se torna ainda mais grave quando setores organizados da política, notadamente vinculados à extrema-direita branca, passam a instrumentalizar o racismo e a intolerância religiosa como estratégias de mobilização ideológica. Nesse contexto, o ódio racial não opera apenas no plano do preconceito individual, mas como tecnologia de poder, voltada à exclusão simbólica e material de grupos historicamente subalternizados (MBEMBE, 2018). A recusa em reconhecer a centralidade dos povos negros e indígenas na formação nacional sustenta um projeto político que rejeita a pluralidade e promove a violência como linguagem legítima de dominação.

Ademais, a complexidade desse cenário é agravada pela internalização do racismo por parte de segmentos da própria população negra, resultado direto de séculos de violência simbólica, apagamento histórico e negação de pertencimento. Tal fenômeno revela como a ideologia da democracia racial operou para ocultar desigualdades profundas e produzir consentimento em torno da exclusão, ao mesmo tempo em que desresponsabilizou o Estado e as elites pela permanência da desigualdade racial (GONZALEZ, 1984). A convivência aparente com o racismo, nesses termos, não expressa harmonia social, mas coerção histórica normalizada.

Diante desse contexto, torna-se imprescindível afirmar que o racismo não é uma questão de opinião, cultura ou liberdade de expressão, mas um crime tipificado, imprescritível e inafiançável, conforme o ordenamento jurídico brasileiro. A aplicação rigorosa da lei não constitui ato de radicalismo, mas condição mínima de um pacto civilizatório baseado na dignidade humana. Onde o Estado falha em responsabilizar, ele autoriza; onde relativiza, legitima a violência que diz combater.

_Conclusão._

A insistência em minimizar práticas racistas e ataques às religiões de matriz africana revela não apenas omissão institucional, mas uma escolha política consciente que beneficia aqueles que historicamente se colocaram acima da lei. O discurso da conciliação abstrata, quando desvinculado da responsabilização penal, converte-se em instrumento de perpetuação da violência. Não há convivência democrática possível onde o ódio é autorizado e o crime é relativizado em nome de uma falsa paz social.

Dessa forma, o enfrentamento ao racismo exige mais do que declarações públicas ou notas de repúdio: requer a aplicação efetiva da lei penal como resposta civilizatória. A responsabilização exemplar dos autores desses crimes cumpre função pedagógica, simbólica e histórica, sinalizando que a sociedade brasileira não aceitará retrocessos que afrontem sua própria formação plural. Racismo não é opinião, não é excesso retórico e não é desvio cultural — é crime, e como crime deve ser tratado, sem concessões, ambiguidades ou complacência.

_Referências._

Maracás: Jerônimo promete asfaltar estrada de acesso ao povoado de Porto Alegre

Foto: Ari Moura   Símbolo autentico de Porto Alegre, Zé da Balsa espera pela estrada asfaltada

 O governador Jerônimo Rodrigues anunciou, no último sábado (24), a pavimentação asfáltica da estrada que liga a sede de Maracás ao povoado de Porto Alegre, buscando integrar recursos estaduais, federais e uma contrapartida da Mineradora Vanádio. A obra é uma demanda histórica que visa beneficiar diretamente mais de 4 mil pessoas, considerando as 14 comunidades rurais do entorno que dependem desse acesso para serviços básicos e mobilidade.

Além do impacto social, a infraestrutura é estratégica para a economia regional, já que Porto Alegre se consolida como o segundo maior polo produtor de melancia da Bahia. O asfalto deve otimizar o escoamento da diversificada produção local — que inclui agricultura familiar, pecuária, pesca e mineração — fortalecendo o potencial produtivo das margens do Rio das Contas e impulsionando o desenvolvimento sustentável da região. 

Parte deste produção passa pela cidade de Jequié, trazendo emprego e renda para a população.

Itiruçu: Governo entrega sistema de abastecimento, saúde e infraestrutura

Foto: Joá Souza/GOVBA 


O município de Itiruçu, no Vale do Jiquiriçá, recebeu, neste domingo (25), a visita do governador Jerônimo Rodrigues, que realizou entregas, como o sistema de abastecimento de água, que integra cidades da região e garante mais segurança hídrica. A agenda contou ainda com a inauguração do novo Shopping Popular, a entrega de uma ambulância e de um veículo administrativo, e também de autorizações que reforçam o desenvolvimento e a qualidade de vida da população.

“A minha alegria é muito grande porque estamos garantindo água tratada na torneira das pessoas. Água do Paraguaçu, que antigamente era captada e levada para longe daqui para Salvador, para o Feira de Santana. Continua indo, mas agora o foco é o abastecimento aqui na região”, explicou Jerônimo.

A partir de agora, cerca de 77 mil moradores da sede e da zona rural de Planaltino, Maracás, Lagedo do Tabocal, Itiruçu e Jaguaquara já contam com água potável de qualidade. É que foi inaugurada a 1ª etapa do Sistema Integrado de Abastecimento de Água (SIAA), que tem mais de 130 quilômetros de adutora, captando água do rio Paraguaçu, na cidade de Marcionílio Souza, e distribuindo para os cinco municípios. O equipamento foi implantado pela Empresa Baiana de Águas e Saneamento (Embasa), que é ligada à Secretaria de Infraestrutura Hídrica e de Saneamento (SIHS). Na oportunidade, foi inaugurado o sistema de abastecimento de água de Itiruçu.

“Uma obra importante do governo do estado para garantir segurança hídrica à região, que há anos sofre com a seca. Somos um governo que cuida e trata o combate à crise hídrica com dedicação e prioridade”, disse a chefe de gabinete e secretária de Infraestrutura Hídrica e de Saneamento em exercício, Camila Medrado.

Desenvolvimento urbano