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Período chuvoso, em situação de emergência ligue 193 Bombeiros. 73 9 3505-0750 Defesa Civil.

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quinta-feira, 12 de março de 2026

Deputado diz que explicação de ACM Neto para pagamento recebido do Banco Master virou chacota nacional

 




“A justificativa de ACM Neto para sua consultoria milionária ao Banco Master e à Reag Investimentos virou chacota nacional”, diz o deputado estadual Marcelino Galo. Segundo ele,  todo o mundo está torcendo o nariz para as explicações do ex-prefeito de Salvador à revelação do Coaf de que R$ 3,6 milhões lhe foram pagos pelas duas empresas envolvidas no maior escândalo financeiro do país.

“O jornalista Josias de Souza já disse que se  trata de um ‘repasse mal cheiroso e mal explicado’.  Afinal esta consultoria ajudou em que o Banco Master e a Reag, liquidados pelo Banco Central?”, questiona o líder do PT na Assembleia. Galo observa que o que se evidenciou foi o desespero de ACM Neto, todo apavorado, tentando se explicar na rede.

“Completamente perdido, ACM Neto chegou ao desplante de dizer que, quando fechou os contratos com notas fiscais e impostos pagos, o Banco Master e a Reag ‘estavam dentre as principais instituições financeiras do país’, comparando-as ao Banco do Brasil, Caixa, Itaú e Bradesco. Segundo Neto, nenhuma suspeita pairava sobre elas. Ledo engano. A expansão meteórica do Master e Reag já preocupava o mercado e despertava a atenção do Banco Central”.

Precisa ser esclarecido 

Para o deputado Marcelino Galo, permanece sem resposta a questão central sobre o pagamento milionário à suspeita consultoria de ACM Neto pelo Banco Master e a Reag. “Não se trata apenas de notas fiscais, impostos pagos ou contratos. A pergunta é por que um banco envolvido em um escândalo bilionário pagaria R$ 3,6 milhões por análises político-econômicas de um ex-prefeito baiano. O mérito precisa ser esclarecido”.

Foto: Assessoria deputado Marcelino Galo

Parceria entre Estado e Governo Federal garante novas unidades de saúde para Belo Campo e Urandi

 



Em uma ação conjunta entre o Governo do Estado da Bahia e o Governo Federal, por meio do Novo PAC, o sudoeste baiano ganhou, nesta quarta-feira (11), novos equipamentos para fortalecer a rede pública de saúde. As entregas, que somam mais de R$ 4,3 milhões em investimentos e contemplam os municípios de Belo Campo e Urandi, foram realizadas pelo ministro da Casa Civil, Rui Costa, acompanhado da secretária da Saúde do Estado, Roberta Santana.

Em Belo Campo, foi inaugurada uma nova Unidade Básica de Saúde (UBS) no bairro Morada Real. Construída com investimento de R$ 2,3 milhões, a estrutura foi projetada para reforçar a atenção primária no município, ampliando o acesso da população a serviços de saúde em um espaço mais moderno e adequado para o atendimento.

“Esta é a segunda UBS do Novo PAC a ser inaugurada na Bahia. Isso mostra a união e a vontade de cuidar da saúde das pessoas. A prefeitura se comprometeu e executou a obra. A máxima de que a união faz a força é verdadeira”, disse Rui Costa durante o discurso de inauguração.

terça-feira, 10 de março de 2026

Santa Casa de Jequié forma primeira turma de médicos especialistas em ginecologia e obstetrícia

 



Na noite desta segunda-feira (09/03), a Santa Casa de Jequié, complexo de saúde da Fundação José Silveira, celebrou um marco histórico: a formatura da primeira turma do Programa de Residência Médica em Ginecologia e Obstetrícia. As médicas Dra. Larissa Noleto Isidoro e Dra. Raylene Laíse Souza Castro encerraram uma trajetória iniciada em 2023, marcada por intenso aprendizado e dedicação à saúde da mulher e do recém-nascido.


Com 10 médicos residentes, a instituição se consolida como o único hospital de Jequié a concluir a formação de especialistas, ampliando o atendimento de qualidade para a população da região. “Essa primeira turma representa muito mais do que a conclusão de um curso: é um verdadeiro marco para a saúde de Jequié e do interior da Bahia. São médicos que se formaram aqui, conhecem a realidade da nossa população e estão preparados para oferecer um atendimento de excelência”, destaca Dr. Geraldo Leite, presidente da Fundação José Silveira. Sobre a experiência, a Dra. Raylene acrescenta: “Agradeço à Fundação por criar um programa de residência e plantar uma árvore cujo fruto será colhido por muitos pacientes e colegas profissionais. Levaremos conosco as histórias vividas e as lições de cuidado”.


O avanço na formação de especialistas se soma a importantes conquistas institucionais da Santa Casa, que possui certificação ONA nível 3, o mais alto padrão nacional de qualidade hospitalar, além de reconhecimento por distinção em Integridade na Gestão da Saúde, reafirmando o compromisso da instituição com excelência, transparência e cuidado com a população.

segunda-feira, 9 de março de 2026

Março Amarelo: endometriose pode comprometer fertilidade e sonho de ser mãe

Dentre as complicações da doença, a infertilidade é uma das mais comuns e temidas

Considerada uma doença da mulher moderna, que retarda a maternidade, tem menos filhos e, consequentemente, tem mais ciclos menstruais, a endometriose é uma doença ginecológica crônica que atinge cerca de 10% das mulheres brasileiras em idade reprodutiva, segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Março Amarelo é o mês dedicado à conscientização sobre a doença, considerada responsável por mais de 30% dos casos de infertilidade feminina, de acordo com a Associação Brasileira de Endometriose e Ginecologia Minimamente Invasiva (SBE). Mais comum entre mulheres com idade entre 25 e 35 anos, a endometriose pode causar infertilidade, principalmente, em seu estágio mais avançado, quando a doença atinge as trompas, órgão responsável pelo transporte dos espermatozoides até o óvulo e migração do embrião formado até o útero.

Um dos desafios da luta contra a endometriose é justamente o diagnóstico precoce, uma vez que cerca de 20% dos casos da doença podem ser silenciosos, de acordo com a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo). “É muito comum a mulher só descobrir que tem endometriose quando ela vai buscar ajuda especializada porque não está conseguindo engravidar espontaneamente”, conta a ginecologista Sofia Andrade, especialista em medicina reprodutiva da Huntington Cenafert, clínica que integra um dos principais grupos de Reprodução Assistida do Brasil,

“Ter o diagnóstico de uma endometriose não significa ser infértil, nem toda mulher terá problemas para engravidar, apesar da doença ser considerada um dos principais fatores de risco para infertilidade da mulher”, explica Sofia Andrade. A própria gestação pode funcionar como um alivio temporário dos sintomas já que há alta produção de progesterona na placenta durante a gravidez. O hormônio tem um efeito protetor, desinflamando a pelve e mantendo os focos de endometriose inativos. “A gravidez pode acontecer de forma natural, mas quando isso não acontece, é possível engravidar com ajuda especializada, recorrendo a técnica de Fertilização in Vitro, por exemplo”, ressalta.

Ajuda especializada para engravidar

Quando a endometriose causa infertilidade, as técnicas de reprodução assistida podem ser indicadas para possibilitar a concepção. “A indicação do tratamento reprodutivo é muito individualizada e depende da gravidade da endometriose, da condição de saúde da paciente e da sua reserva ovariana”, esclarece Sofia Andrade. “Em casos muito sintomáticos, pode ser necessário o tratamento cirúrgico para remoção das lesões endometriais antes de iniciar um tratamento para engravidar”, acrescenta.

A infertilidade decorrente da endometriose pode ser tratada com a inseminação artificial, quando as tubas uterinas estão pérvias, ou com técnica de alta complexidade para engravidar, como a Fertilização in Vitro (FIV), quando as tubas já estão comprometidas ou existe algum outro fator que favoreça a indicação desse tipo de tratamento, como idade mais avançada da mulher, baixa reserva ovariana, fatores masculinos associados.


Endometriose: sintomas e prevenção

domingo, 8 de março de 2026

Hoje não é apenas sobre flores ou parabéns.O Dia Internacional da Mulher é sobre história, luta e sobrevivência


É sobre mulheres que levantam todos os dias mesmo carregando o peso do mundo nos ombros.É sobre as mães solo que são casa, colo, sustento e coragem ao mesmo tempo. Mulheres que muitas vezes choram em silêncio, mas seguem firmes para que seus filhos nunca se sintam sozinhos.

É também sobre lembrar que ainda existe violência, medo e injustiça — mas que nenhuma de nós precisa enfrentar isso sozinha.

Quando uma mulher estende a mão para outra, nasce algo poderoso: sororidade.E é dessa união que vem a nossa força para mudar histórias, quebrar ciclos e construir caminhos mais justos.


Que hoje a gente celebre a coragem de ser mulher.Que a gente abrace quem precisa, levante quem caiu e lembre, todos os dias, que nenhuma mulher solta a mão de outra mulher.


Feliz Dia Internacional da Mulher.Que a nossa voz continue sendo resistência, acolhimento e transformação. Instituto fabilli pinheiro mães solo

sexta-feira, 6 de março de 2026

PRF deflagra Operação "Rosas de Aço" em Jequié no combate à violência contra a mulher

 


Ação mobiliza policiais femininas nos dias 07 e 08 de março para combater a importunação sexual no transporte coletivo.

Neste final de semana (07 e 08 de março), a Polícia Rodoviária Federal (PRF) realiza a Operação Nacional "Rosas de Aço" 2026 em Jequié (BA). Em alusão ao Dia Internacional da Mulher, a iniciativa reúne agentes femininas, incluindo PRFs e forças coirmãs, para combater todas as formas de violência contra o público feminino.

As atividades terão foco especial na prevenção à importunação sexual em ônibus. A programação conta com um Workshop no sábado (07) e ações do "cinema rodoviário" no domingo (08), na Unidade Operacional de Jequié. Paralelamente às atividades educativas, as equipes manterão o rigor na segurança viária com fiscalizações e testes de etilômetro.

A operação visa proteger a sociedade e, ao mesmo tempo, valorizar o espaço fundamental conquistado pelas mulheres na segurança pública.

_Fonte: BDCOM/PRF/Jequié._

Chuvas em Jequié: Uso indevido da rede de esgoto gera transtornos



Em sete dias de chuvas em Jequié, as ocorrências de obstrução da rede coletora de esgoto aumentaram na ordem de 84,4% em comparação com um período de sete dias com tempo estiado. Essa realidade evidencia que, em algumas áreas da cidade, a água de chuva está sendo direcionada para a rede de esgoto, quando deveria ser direcionada para a rede de drenagem pluvial. Essa prática gera muitos transtornos e riscos à saúde pública, pois provoca a contaminação por esgoto de área alagadas ou o retorno de água de chuva com esgoto para dentro dos domicílios.

“As tubulações da rede coletora de esgoto não têm dimensão suficiente para suportar o grande volume da água de chuva que vem misturado com areia, mato e lixo. Quando alguém resolve abrir aquelas tampas de ferro ou concreto com o nome Embasa/Esgoto que existem nas ruas para escoar água de chuva ou, também direciona a água de chuva que escorre dos telhados ou de áreas externas para a caixa de inspeção da rede de esgoto que fica na calçada próxima ao imóvel, a água de chuva retorna contaminada com esgoto para as ruas ou para dentro dos domicílios”, explica o gerente regional Gabriel Ramos.

De 27/02 a 05/03, a Embasa recebeu 225 avisos de extravasamento de esgoto pelos seus canais de atendimento ou pelas próprias equipes que estão atuando para atender as demandas de manutenção nas redes de água e esgoto de Jequié. Em comparação com os avisos de extravasamento no período de 27/01 a 02/02 deste ano, quando o tempo estava estiado, houve um incremento de 84,4% nesse tipo de ocorrência. As obstruções em tempo seco são causadas por mau uso da rede hidrossanitária dentro dos imóveis ou inadequação dessa rede, como por exemplo a falta da caixa de gordura na saída do esgoto da cozinha.

“As equipes da empresa estão organizadas para atender as ocorrências no menor tempo possível, mas, em alguns casos, é preciso esperar a água da inundação baixar para poder desobstruir pontos da rede de esgoto”, lembra Gabriel.

O sistema de esgotamento sanitário de Jequié tem mais de 500 km de rede coletora e atende mais de 60 mil domicílios. Os canais de atendimento da empresa são o 0800 0555 195, whatsapp 71 9717-0999 ou o Atendimento Virtual Embasa, via web ou por aplicativo. Qualquer pessoa pode solicitar uma equipe para resolver extravasamentos na rede de esgoto ou vazamentos na rede de água causados pelas chuvas.