Adilson Miranda preocupado com problemas ambientais que atingem Cachoeira em Jequié

Após o dano ambiental causado por proprietários de terras na Zona da Mata à Cachoeira do Rio das Pedras, no distrito de Florestal, paralelamente, ouviu-se falar, também, da degradação ambiental causada por plásticos, latas e outros objetos largados no entorno da Cachoeira do Humaitá, por visitantes que aproveitam o final da semana para piqueniques e encontros esportivos enquanto banham-se nas águas cristalinas deste recurso natural.

Para análise e detecção do que, de fato, ocorre na localidade, técnicos da Secretaria de Agricultura, Irrigação e Meio Ambiente, acompanhados do secretário da pasta, Adilson Miranda, e da diretora de Meio Ambiente, Maria Cruz, estiveram realizando uma fiscalização para conhecer de perto os problemas ambientais que atingem a Cachoeira do Humaitá, localizada na Fazenda Humaitá, a nove quilômetros da estrada que liga Jequié a Florestal.

O local é caracterizado, conforme o Código Florestal Brasileiro, como Área de Preservação Permanente (APP), amparada na Legislação Federal, Estadual e Municipal. A inspeção ambiental, realizada pela equipe da Secretaria de Agricultura, Irrigação e Meio Ambiente, identificou sinais de degradação e de poluição, ocasionada pela interferência humana no meio ambiente, como latas de cervejas, garrafas de pet e restos de carvão e churrasqueiras feitas de tijolos, além de pertences esquecidos na mata.

Durante a visita, moradores informaram à equipe da Secretaria que a degradação vem sendo ocasionada pelos frequentadores que, ao sair depositam, aleatoriamente, o lixo gerado às margens da cachoeira e outras vezes chegam a estacionar veículos motorizados embaixo da queda d’ água, provocando dano irreparável com deposito de óleo nas águas límpidas da Humaitá.

A Lei nº 6.938, de 31 de Agosto de 1981 que dispõe sobre a política Nacional de Meio Ambiente mostra no artigo 3º, inciso V, que são recursos ambientais a atmosfera, as águas interiores, superficiais e subterrâneas, os estuários, o mar territorial, o solo, o subsolo, os elementos da biosfera, a fauna e a flora e que nessa ótica poluidor, a pessoa física ou jurídica, de direito público ou privado, responsável, direta ou indiretamente, por atividade causadora de degradação ambiental responderá em juízo pelo dano ao bem ambiental e, portanto, um bem de uso comum do povo, podendo ser desfrutado por toda e qualquer pessoa dentro dos limites constitucionais e, ainda, é um bem essencial à qualidade de vida. Fonte: Secom.

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