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sexta-feira, 9 de janeiro de 2026

Long Form 2026 #1: Jequié registra o primeiro homicídio de 2026 no bairro Mandacaru


Um homem de 29 anos, identificado como Danilo Pereira Mosquito, foi assassinado a tiros na madrugada desta sexta-feira (9), tornando-se a primeira vítima de homicídio do ano de 2026 no município de Jequié. Por volta das 2h25, criminosos encapuzados invadiram uma residência na Rua Miguel Gomes, na região conhecida como Caranguejo, e efetuaram diversos disparos contra a vítima. Após a execução, os suspeitos fugiram levando o aparelho celular de Danilo, e o SAMU, ao chegar ao local, pôde apenas constatar o óbito.

O Departamento de Polícia Técnica (DPT) realizou o levantamento cadavérico e encaminhou o corpo ao Instituto Médico Legal (IML) da cidade. Este crime marca o início das estatísticas de violência letal no município neste novo ano, e as autoridades ainda não possuem informações sobre a autoria ou a motivação do ataque. A Polícia Civil já instaurou um inquérito para investigar as circunstâncias do caso e identificar os responsáveis pela invasão e execução.


Estatísticas de Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLI) – Jequié/BA

2023 02 de janeiro 142 —
2024 05 de janeiro 118 -16.9%
2025 01 de janeiro 105 (provisório) -11.0%
2026 09 de janeiro 01 (em andamento) —

Vendedores da Feira da Troca de Jequié em situação de vulnerabilidade

Clic na foto e veja o vídeo


Os vendedores da Feira da Troca de Jequié estão passando por um momento difícil. Eles perderam o local de trabalho e não têm para onde ir, deixando pais de família sem uma fonte de renda. A área de proteção permanente do Rio Jequiezinho, onde antes era o local para este tipo de comércio, não é mais uma opção.

É importante que as autoridades competentes, incluindo o prefeito e os vereadores, olhem para essa situação e encontrem uma solução. Jequié precisa de soluções para gerar emprego e renda, e não é justo que esses trabalhadores fiquem sem opções. A prefeitura pode oferecer apoio e recursos para ajudar esses trabalhadores a se reorganizarem e continuarem a exercer sua atividade.

O espaço destinado não tem infraestrutura e os moradores dos condomínios não aceitam a Feira da Troca no local.

@flavinhosantana @zecocaoficial @andredosintracal @aroldobritto @coloridojequie @cavalcanteziel @robson.machado01 @soldadogilvan @helderdaagrorural @moanameira @buibulhoes @ramonfernandesba @marcosdoovo @duda_simoesss @marcinhovereador @pro_cidaoficial @matheus_budega @juniordemarciadexexeu @juniorbragaaoficial @gutinha_vereador
@leurlomantojr @antoniobritobahia @dep.euclidesfernandes @hassaniossef @patricklopesofc @rogerioandrade8 @mpdabahia

#jequiebahia #jequié #jequieense #jequiecity #terradosol #jequiémeuamor

PT Bahia se reúne com partidos de esquerda em ato pela democracia na ALBA



 O encontro reuniu dirigentes, deputados, secretários e militantes da esquerda, que relembraram os ataques do 8 de janeiro de 2023 e reafirmaram a proteção do Estado Democrático de Direito

Em defesa da democracia e em memória aos ataques às sedes dos Três Poderes da República, em 8 de janeiro de 2023, partidos de esquerda se reuniram nesta quinta-feira (08), na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), para reafirmar o compromisso com o Estado Democrático de Direito e articular uma frente permanente de enfrentamento aos retrocessos autoritários no país. O encontro reuniu dirigentes partidários, parlamentares, secretários e militantes que destacaram a gravidade dos ataques às instituições e a importância da memória como instrumento de resistência.

Estiveram presentes o presidente do PT Bahia, Tássio Brito; os deputados estaduais Fátima Nunes e Robinson Almeida; a deputada federal Lídice da Mata; a presidenta do PT Salvador, Ana Carolina; a vereadora Marta Rodrigues; o vereador do PSOL, Hamilton Assis; o secretário de organização do PT Bahia Osmar Galdino (Jojo), o presidente estadual do PC do B, Geraldo Galindo; Olívia Santana, além de representantes do PV, Rede e outras entidades de esquerda.

Presidente do PT na Bahia, Tássio Brito reforçou que o 8 de janeiro foi uma tentativa concreta de ruptura institucional que não pode se repetir futuramente, por isso, é urgente responsabilizar os envolvidos. "Hoje é um dia muito importante para a luta da democracia brasileira, por isso saúdo as organizações e partidos que, ao longo de sua trajetória, sempre estiveram ao lado dela. O 8 de janeiro precisa ser lembrado sobretudo hoje, quando podemos dizer com orgulho que temos um presidente que vetou a vergonhosa Lei da Dosimetria, que enfraquece a democracia ao propor que crimes contra o estado democrático de direito tenham penas reduzidas", destacou Tássio Brito.

Crédito da foto: PT Bahia / Mariana Guimarães

A falsa neutralidade da imprensa “patriótica"

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Até quando a imprensa "patriota" vai ignorar o autoritarismo do decadente presidente dos EUA? Criticar a esquerda é fácil, mas por que o silêncio sobre o sanguinário comportamento político de Trump na OEA e no cenário global? ​Ele não é um democrata; é um ditador decadente que usa a força para sequestrar o debate público. Vitória da Conquista precisa acordar: quem defende Trump não defende a liberdade, defende apenas o autoritarismo do seu próprio lado.

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Capa gerada por IA. Grok, Janeiro/2026.



_Por Joilson Bergher. Jornalismo de vassalagem: a Imprensa brasileira e a traição à soberania Latino-Americana._


_Resumo._


O presente artigo analisa criticamente a atuação de segmentos da imprensa brasileira que, sob o rótulo de “patriótica”, atacam o Governo Federal por denunciar, em organismos multilaterais como a CELAC, a OEA e a ONU, as agressões sofridas pela Venezuela e por seu presidente, Nicolás Maduro. Sustenta-se que tal postura midiática não se ancora em princípios democráticos ou éticos do jornalismo, mas em uma lógica de subserviência ideológica aos interesses geopolíticos dos Estados Unidos. Ao reproduzir narrativas imperialistas e silenciar sobre sanções, bloqueios e intervenções, essa imprensa contribui para a deslegitimação da soberania latino-americana e para o enfraquecimento de uma política externa independente do Brasil. Conclui-se que esse comportamento configura uma forma de traição simbólica ao interesse nacional e à autodeterminação dos povos.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2026

Manifestação no Poliduto: Falta de pátio para caminhões gera onda de multas e protestos.

 

Click na foto e veja o vídeo, chocante!

Motoristas de caminhão-tanque que operam na base do Poliduto, em Jequié, realizaram um manifesto contra as multas aplicadas pela SUMTRAN ao estacionarem na Avenida Tote Lomanto. Os condutores alegam que a via é utilizada como área de espera por falta de um pátio adequado para os cerca de 60 veículos que abastecem diariamente no local, atendendo o interior da Bahia e o Norte de Minas Gerais. Segundo a categoria, a fiscalização rigorosa prejudica o trabalho e gera prejuízos financeiros, motivando a cobrança por uma solução conjunta entre a Prefeitura e o Governo do Estado.

Por outro lado, a SUMTRAN defende que a fiscalização ocorre há meses após um período educativo e diversas reclamações de moradores sobre riscos à segurança e danos ao pavimento. O órgão afirma que as empresas locais possuem logística interna suficiente e que o problema reside no descumprimento das regras por parte de alguns motoristas que estacionam irregularmente durante a madrugada. A superintendência reiterou que manterá a fiscalização para garantir a ordem pública, comparando a necessidade de disciplina no trânsito local à rigidez aplicada em grandes capitais.

Soberania em Debate

Soberania em Debate é uma coluna assinada por Joilson Bergher, um Jequieense buliçoso, inquieto produtor de algum conhecimento, publicada no Blog de Zenilton Meira, dedicada à reflexão crítica sobre política, imprensa e o lugar do Brasil na América Latina e no mundo.

Com linguagem direta e análise contextualizada, a coluna propõe discutir temas internacionais e nacionais a partir do impacto concreto na vida das pessoas, especialmente no Nordeste e no interior do país. Aqui, soberania não é abstração: é condição para democracia, desenvolvimento e dignidade.

_Editorial de estreia._

Esta coluna nasce da necessidade de olhar o mundo sem tirar os pés do chão de Jequié, da Bahia e do Brasil real. Em tempos em que grandes temas internacionais chegam até nós filtrados por interesses externos e por uma imprensa cada vez mais distante da realidade do povo, Soberania em Debate propõe uma leitura crítica, direta e comprometida com o interesse nacional e latino-americano.

Não se trata de ideologia importada nem de neutralidade conveniente. Trata-se de contexto. Sanções, guerras, decisões tomadas longe daqui impactam o preço dos alimentos, o emprego, os serviços públicos e a própria democracia. Ainda assim, parte da mídia prefere repetir discursos prontos, criminalizar países do Sul Global e atacar qualquer política externa que não se curve às grandes potências. Esta coluna surge para questionar esse automatismo e recolocar a soberania no centro do debate.

No Blog de Zenilton Meira, espaço reconhecido pelo diálogo histórico com a política local e regional, Soberania em Debate se propõe a ampliar o olhar do leitor: conectar Jequié ao mundo, sem perder a referência do chão que pisamos. Defender o multilateralismo, a autodeterminação dos povos e uma imprensa responsável não é radicalismo — é lucidez num tempo de desinformação.

Este será um espaço de reflexão semanal, sem patrulhamento, mas com posição. Um convite ao leitor para pensar, discordar e formar opinião própria. Porque soberania não é palavra abstrata: é condição concreta para que cidades como Jequié tenham futuro, dignidade e voz no mundo.

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Joilson Bergher!

Casa das Mulheres de Jequié emite nota de repúdio

"A Associação Casa das Mulheres vem a público repudiar os representantes da Câmara de Vereadores de Jequié, referente a subvenção. Informamos que não aceitaremos mais o recurso. Reconhecemos a importância do apoio do poder público e valorizamos a iniciativa, mas os valores apresentados são insuficientes para atender às reais necessidades de manutenção e funcionamento da instituição. Trata-se de uma decisão técnica, ética e coerente com a responsabilidade institucional assumida junto às mulheres atendidas.

A instituição atua diretamente no enfrentamento da violência contra a mulher, oferecendo assistência social, apoio psicológico, jurídico e acolhimento noturno gratuitamente, sendo um suporte essencial para reconstrução de vidas marcadas por violações graves de direitos. Esse trabalho exige recursos humanos qualificados, estrutura adequada e financiamento continuo. Valores simbólicos não apenas deixam de suprir essas necessidades, como evidenciam a falta de prioridade atribuída à causa, revelando não apenas descaso, mas uma profunda insensibilidade social diante de uma epidemia de violência contra as mulheres, principalmente no município de Jequié e região.

Destinar recursos mínimos a uma instituição que acolhe mulheres em situação de violência extrema não é apenas uma decisão orçamentária, é uma escolha política. É afirmar, na prática, que a dor, o medo, as marcas físicas e emocionais e o risco de morte enfrentados diariamente por nós mulheres não são prioridade. Quando o poder legislativo opta por repassar valores que não cobrem nem os custos básicos de funcionamento, transmite uma mensagem clara: a vida e a dignidade dessas mulheres valem muito pouco.

Aceitar essa subvenção seria legitimar uma política de negligência, seria compactuar com a ideia de que "cumprir tabela" ou "tampar o sol com a peneira" bastam, enquanto mulheres seguem sendo desassistidas, retornando para ambientes violentos por falta de alternativa. A instituição se nega a ser usada como instrumento de discurso vazio, quando o que se exige são ações concretas, comprometidas e proporcionais à gravidade do problema.

Esta recusa é, portanto, um ato de denúncia. Denúncia de um sistema que insiste em tratar a violência contra a mulher como um problema secundário. A instituição seguirá firme em sua missão, mas não se calará diante da omissão do poder público. Por Mulheres vivas, livres e sem medo!", diz a nota.