sexta-feira, 11 de setembro de 2026

MARACÁS PARA! CÉZAR DE ADÉRIO REÚNE MULTIDÃO E MOSTRA FORÇA POLÍTICA NA REGIÃO


Encontro em Maracás reúne lideranças de diversos municípios e um grande público em demonstração de força do projeto de Cézar de Adério para deputado estadual

A cidade de Maracás foi palco de uma grande mobilização política que reuniu lideranças de diversos municípios da região e um expressivo número de apoiadores em torno do projeto de Cézar de Adério para deputado estadual.

O encontro foi marcado pela presença popular, entusiasmo e manifestações de apoio ao nome de Cézar, que vem ampliando sua articulação política e fortalecendo sua presença no interior da Bahia.

Lideranças políticas, representantes comunitários e apoiadores de diferentes cidades participaram da reunião, transformando o encontro em um importante momento de diálogo sobre os desafios e as necessidades da região.

Com discurso voltado para o interior e para a defesa de investimentos que melhorem a vida da população, Cézar de Adério destacou a importância de construir uma representação política próxima das pessoas.

A reunião em Maracás também foi interpretada por aliados como mais um sinal do crescimento do projeto político do ex-prefeito de Milagres, que busca levar para toda a Bahia a experiência adquirida à frente da gestão municipal.

Comitiva de Ibirapitanga se mobiliza para grande encontro político com lideranças estaduais em Jequié


Uma grande comitiva política partirá de Ibirapitanga nesta sexta-feira (11/09), em uma caravana organizada pelo prefeito Jé Assunção, rumo a Jequié. O grupo participará de um ato público com o governador Jerônimo Rodrigues e os senadores Jaques Wagner e Rui Costa. A saída de Ibirapitanga está prevista para as 13h.

Conhecido como o "Time de Jé e de Jero", o grupo convocou moradores e lideranças de toda a região para fortalecer a base aliada do governo estadual e do presidente Lula. A iniciativa busca marcar presença massiva no evento e demonstrar a força política de Ibirapitanga no cenário baiano.

quinta-feira, 10 de setembro de 2026

Tragédia na BR-116: colisão entre duas carretas deixa dois mortos em Milagres e reacende alerta sobre trecho sem duplicação


Uma colisão frontal envolvendo dois veículos de carga deixou pelo menos duas pessoas mortas na tarde desta quinta-feira (10), na BR-116, em Milagres, no sudoeste da Bahia. Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o acidente aconteceu por volta das 13h30, no km 540, e foi seguido de incêndio nos veículos, que ficaram destruídos pelo fogo. A equipe do C3R-BA esteve no local.

O acidente aconteceu em um trecho ainda não duplicado pelo Governo Federal, onde diariamente são registrados acidentes na BR-116, justamente pelo grande fluxo de veículos, principalmente carretas e caminhões de grande porte. As circunstâncias da colisão ainda serão apuradas, mas o caso volta a chamar a atenção para a urgência da duplicação da rodovia.

Coordenador de Povos de Terreiro da SEPROMI rebate fala de Pablo Marçal sobre religiões de matriz africana

A declaração do empresário e influenciador Pablo Marçal de que “se macumba funcionasse, a Bahia era Dubai” provocou reação do coordenador executivo de Políticas para Povos de Terreiro da Secretaria de Promoção da Igualdade Racial e dos Povos e Comunidades Tradicionais do Estado da Bahia (SEPROMI), Tiago Henrique Batista.

Jornalista e Ogã, Tiago Henrique atua na SEPROMI na formulação e no acompanhamento de políticas públicas voltadas aos povos de terreiro. Para ele, as declarações de Marçal ultrapassam os limites de uma opinião ou provocação e reproduzem uma visão preconceituosa sobre as religiões de matriz africana.

Em entrevista publicada pelo jornal A Tarde, Marçal também afirmou que “todo macumbeiro é um derrotado na vida”, associando praticantes de religiões de matriz africana à inveja e à falta de prosperidade.

“Não se trata apenas de uma fala infeliz ou de uma provocação. Quando alguém transforma milhões de pessoas, suas crenças e suas tradições em sinônimo de fracasso, está reproduzindo uma lógica histórica de racismo religioso. É preciso chamar as coisas pelo nome”, afirmou Tiago Henrique.

O coordenador também questionou a comparação feita por Marçal entre a Bahia e Dubai. Segundo ele, a escolha do emirado como símbolo de prosperidade revela uma compreensão limitada sobre o que significa desenvolvimento e riqueza.

“A Bahia não precisa ser Dubai para ser grande. A nossa riqueza também está na nossa história, na nossa cultura, na nossa ancestralidade e na capacidade dos povos negros de preservar seus saberes, mesmo diante de séculos de escravização, perseguição e tentativa de apagamento”, destacou.

VANUZA DO CACAU: QUANDO UMA CANDIDATURA SE TORNA UMA CAUSA

Por Wilson Midlej*




Vanuza do Cacau ganha destaque em todo o interior da Bahia, recebe
menções em jornais da capital e amplia significativamente sua
presença nos meios de comunicação do estado. Sua ligação com
Ângelo Coronel e Sandro Régis fortalece ainda mais a causa que
representa. Vanuza está “voando” ...
O partido dela é o cacau
Num cenário político marcado por rótulos, disputas partidárias e
alianças de conveniência, Vanuza apresenta uma proposta quase fora
da curva: sua candidatura não nasce de uma preferência partidária,
mas de uma causa.
Ela própria costuma resumir essa posição numa frase: “O nosso
partido é o cacau.”
E isso, no atual ambiente político — ou mesmo em meio à festa da
indústria —, soa como uma espécie de rebeldia. Uma rebeldia
amplificada por um simbólico megafone: atitude corajosa e
determinada que, para o cacau é emblemática e pode ser muito
produtiva.
Vanuza defende o produtor rural, especialmente o pequeno produtor,
que sustenta boa parte da economia de dezenas de municípios, gera
emprego e renda, preserva o meio ambiente e mantém viva uma das
atividades agrícolas mais tradicionais da Bahia.
Estamos falando de um setor que reúne mais de 60 mil produtores e
impacta diretamente centenas de milhares de pessoas.
Não é pouca coisa. É uma cadeia econômica viva — e uma força
social que, apesar de sua importância histórica, nem sempre
encontrou representação política à altura.
Uma candidatura que legitima ações
Vanuza não surge como candidata de gabinete, nem como uma
aposta fabricada para uma eleição.
Sua candidatura é consequência de uma trajetória.
Ela chega apresentando trabalho, enfrentando velhos vícios e
trazendo história real, resultados comprovados, base social


construída e reconhecimento dentro de um dos setores mais
tradicionais da economia baiana.
E isso pesa. E contabiliza arrobas.
Sua candidatura a deputada federal nasce como continuidade de uma
luta que ela já trava há anos. A diferença é que, agora, essa luta
pode deixar de bater às portas do Congresso para passar a ter voz lá
dentro.
E há muito o que fazer:
Revitalizar a região cacaueira, reestruturando a Ceplac. Indiscutível
vetor de expansão, formação e tecnologia dos produtos cacau e
chocolate;
Combater o odioso deságio imposto ao produtor;
Previsão de safras;
Defender critérios racionais para a importação de cacau, protegendo
a produção nacional sem ignorar as necessidades do mercado;
Garantir teores dignos de cacau nos chocolates, valorizando o
produto verdadeiro e combatendo as falsas guloseimas vendidas
como chocolate;
Estimular o cooperativismo, fortalecendo os produtores na
comercialização do cacau e agregando valor por meio da produção de
chocolate.
Não são bandeiras inventadas para uma eleição. São questões que já
fazem parte da luta.
As perspectivas de vitória são enormes.
Vanuza reúne três elementos importantes para uma candidatura
competitiva: coerência de trajetória, representatividade e uma causa
concreta.
O grande desafio é transformar essa força social — e a enorme
visibilidade já conquistada — em força eleitoral.
Vanuza tem uma multidão de apoiadores bastante heterogênea. São
trabalhadores das roças, fazendeiros, produtores de cacau e de
chocolate, comerciantes... Pessoas de diferentes ideologias, crenças,
níveis econômicos e de escolaridade, que precisam estar unidas em


torno da mesma bandeira. É um trabalho delicado e, no mínimo,
desafiador.
Se conseguir fazer com que os produtores de cacau compreendam
que essa candidatura não pertence apenas a Vanuza, mas à própria
atividade que representam, poderá transformar uma cadeia produtiva
dispersa em um projeto político coletivo — capaz, inclusive, de se
ampliar em futuros embates municipais.
E esse projeto tem um horizonte ainda maior: contribuir para que o
cacau volte a ocupar o lugar de grande matriz econômica da região,
gerando riqueza, emprego e desenvolvimento, como fez durante
décadas.
Então, Vanuza poderá sair das lavouras rumo a Brasília levando
consigo não apenas uma bandeira, mas a voz de milhares de
trabalhadores que produziram riqueza para a Bahia e para o Brasil
sem contar, na mesma proporção, com representação própria no
Congresso.
Talvez esteja justamente aí o ponto mais forte dessa história:
Vanuza não precisa entrar na política para construir uma causa. A
causa veio primeiro.
A candidatura veio depois.
E o mandato, que virá, será consequência.
“Da força da terra, o poder do cacau.”

*Wilson Midlej é jornalista e coordenador da campanha de Vanuza Barroso.

Mudanças estratégicas reconfiguram o comando e a articulação na Câmara de Jequié

A Câmara Municipal de Jequié vivenciou uma importante reestruturação nas suas funções estratégicas com as recentes movimentações no Poder Legislativo. O vereador Gutinha foi anunciado como o novo líder da maioria, assumindo o posto após a ascensão do vereador Soldado Gilvan à Presidência da Casa. Paralelamente, o comando da Comissão de Constituição, Justiça e Redação Final também passou por transição: o vereador Helder da Agrorural assumiu a presidência do colegiado, ocupando a vaga deixada por Gilvan.

A chegada de Gutinha à liderança da bancada governista coloca o parlamentar no centro das negociações e da coordenação política da Casa. O novo líder terá como missão central alinhar o posicionamento dos vereadores de apoio ao governo, organizar as estratégias durante as votações em plenário e intermediar o diálogo entre a bancada e os demais parlamentares. Trata-se de uma função crucial para garantir a fluidez da pauta de votações e a construção de consensos em matérias de grande interesse para o município.

No campo da análise técnica e jurídica, a escolha de Helder da Agrorural para presidir a Comissão de Justiça fortalece o controle de legalidade sobre as propostas em tramitação. Considerada uma das comissões mais relevantes do Legislativo, cabe a ela examinar a constitucionalidade, a adequação jurídica e a regimentalidade de todos os projetos antes de seguirem para o plenário. Com essas nomeações, o Legislativo jequieense alinha articulação política e rigor técnico para dar andamento aos trabalhos da Casa.

quarta-feira, 9 de setembro de 2026

Giro pelo interior: Jerônimo acelera ritmo de agendas na Bahia de olho na reeleição

O governador e candidato à reeleição, Jerônimo Rodrigues (PT), desembarca na próxima sexta-feira (11) em Jequié, no Médio Rio das Contas, para liderar a caminhada "Time de Jero e Lula". O ato político está marcado para as 15h e deve reunir uma forte comitiva de lideranças locais, aliados e militantes do PT, consolidando mais um passo estratégico da base governista na região.

A parada em Jequié integra uma verdadeira maratona pelo interior baiano. Antes de chegar ao município, o gestor cumpre compromissos oficiais e articulações políticas em Valença, no litoral do estado, dando continuidade às movimentações intensas do último fim de semana, quando percorreu cidades do Vale do Jiquiriçá e encerrou a agenda com um grande comício em Jaguaquara.

Essas incursões regionais marcam o fortalecimento dos tabuleiros eleitorais na Bahia, em um momento de mobilização acirrada entre os grupos políticos. Ao marcar presença constante nos municípios, Jerônimo busca blindar suas bases regionais, afinar o tom com candidatos e partidos aliados e pavimentar o caminho na disputa ao Palácio de Ondina nestas eleições.